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Quando a dor é silenciosa, a sociedade precisa falar mais alto

2 de Julho, 2026
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Quando a dor é silenciosa, a sociedade precisa falar mais alto
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Quando falamos sobre violência contra a mulher, normalmente pensamos nos casos que chegam às manchetes ou entram para as estatísticas. Mas existe uma realidade muito maior, silenciosa e difícil de medir: a violência que não é denunciada.

Todos os dias, milhares de mulheres sofrem assédio, perseguição, importunação sexual, violência psicológica e ameaças sem procurar ajuda. Muitas não registram boletim de ocorrência por medo, vergonha, dependência financeira ou através da falta de confiança de que serão acolhidas. O resultado é um retrato incompleto da violência no Brasil. Atrás de cada número, existem incalculáveis histórias que permanecem invisíveis.

Confrontar esse cenário exige mais do que punir agressores. É preciso amplificar a prevenção e a rede de proteção. Ampliar o funcionamento das Delegacias da Mulher em regime de 24 horas, preservar atendimento especializado em municípios que ainda não possuem unidades, acelerar a concessão de medidas protetivas, investir em casas de acolhimento para mulheres e seus filhos e ampliar o acesso à assistência psicológica e jurídica são medidas importantes para romper o ciclo da violência.

Ao mesmo tempo, a prevenção precisa começar antes da agressão. Investir em educação, promover campanhas permanentes de conscientização e capacitar profissionais da saúde, educação e segurança pública para reconhecer indicadores de violência são políticas que ajudam a salvar vidas.

Combater a violência contra a mulher significa criar condições para que ela se sinta segura para denunciar e tenha a certeza de que encontrará proteção, acolhimento e justiça. Nenhuma vítima precisaria confrontar esse caminho sozinha.

Eu sou Aline Teixeira e acredito que uma sociedade verdadeiramente segura é aquela que não espera a violência ocorrer para agir. Proteger as mulheres começa com prevenção, acolhimento e políticas públicas que funcionem de forma permanente, e não somente diante de tragédias. Se você também acredita, me acompanhe em redes sociais alineteixeira.oficial.

Quando a dor é silenciosa, a sociedade precisa falar mais alto

Fonte: Desenvolveitaquera

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