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Professora é achada morta com indicadores de violência sexual em MG

22 de Julho, 2025
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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) avistou, domingo agora (20/7), o corpo da professora que estava desaparecida no bairro Conjunto Caieiras, em Vespasiano, cidade que se encontra na área metropolitana de Belo Horizonte (MG).

De acordo com a corporação, a vítima, reconhecida como Soraya Tatiana Bomfim Franca, de 56 anos, foi achada seminua, com sangramento na área íntima e com marcas semelhantes a queimaduras nas coxas.

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O corpo foi direcionado ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR)

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O corpo estava coberto por um lençol, perto um viaduto da cidade

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Uma tatuagem e a armação dos óculos contribuíram para a reconhecimento da vítima

Reprodução

Entenda o caso

  • Na sexta-feira anterior (18/7), ao notar que as mensagens enviadas à mãe não estavam sendo entregues, o filho de Soraya dialogou com uma tia, moradora do mesmo edifício, para verificar o que havia ocorrido. Como a professora não foi localizada, a família recorreu a um chaveiro para abrir o apartamento.
  • Dentro do imóvel, não havia indicadores de arrombamento ou de violência. O carro de Soraya permanecia na garagem, mas o celular, os óculos e as chaves dela não foram vistos. O filho ainda tentou rastrear a localização da mãe através do telefone, mas não conseguiu sucesso.
  • Ainda no dia do desaparecimento, o filho da professora registrou um boletim de ocorrência. Soraya lecionava história no Colégio Santa Marcelina e era bastante conhecida na comunidade escolar, que se mobilizou em redes sociais em busca de informações.
  • No domingo, os militares chegaram até o local depois de uma denúncia que indicava a presença de um corpo abandonado próximo de um viaduto.

O corpo estava coberto por um lençol, perto um viaduto da cidade. No local, os militares localizaram uma armação de óculos, mas não havia nenhum documento que permitisse a reconhecimento imediata da professora. Ela vestia uma roupa cinza, sendo que unicamente a parte superior foi achada.

A perícia foi acionada e, depois de consulta nos sistemas da polícia, surgiu a suspeita de que o cadáver fosse o de Soraya. Uma tatuagem e a armação dos óculos contribuíram para a reconhecimento da vítima.

O corpo foi direcionado ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR), onde a confirmação oficial foi feita através do filho da professora.

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Colégio lamenta morte

Em redes sociais, o Colégio Santa Marcelina lamentou o óbito da docente.

“Toda a comunidade educativa da Rede Santa Marcelina se une em oração e solidariedade à sua família, colegas e estudantes neste momento de dor. Rogamos a Deus que a acolha com amor e misericórdia, e que conforte todos os que choram sua partida. Sua memória permanecerá viva entre nós”, postou a instituição.

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por Colégio Santa Marcelina (@santamarcelinabh)

Em comunicado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que aguarda a conclusão de laudos periciais que irão atestas as circunstâncias e a causa da morte de Soraya. A corporação investiga o caso como homicídio, com indícios de feminicídio e violência sexual.

Enterro da vítima

O corpo da professora será velado segunda-feira agora (21/7), às 17h30, no Cerimonial Santa Casa BH, no Bairro Santa Efigênia, Área Leste da capital mineiro. O enterro será feito amanhã (22/7), às 9h30, no Cemitério da Paz, no Bairro Caiçara, Área Noroeste de BH.

Com informações Metropoles

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