Close Menu
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas
  • Naná e Victória caem, mas Luisa Stefani vai às semifinais do SP Open
  • Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera
  • Videogames: Guia de Troféus e Platina de Marvel’s Wolverine: veja como conquistar 100% no PS5
  • Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou
  • Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido
Facebook
Circuito Itaquera
Topo Correio
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Circuito Itaquera
Itaquera

Caso Bruna: suspeito já estava morto quando Justiça decretou prisão

25 de Abril, 2025
caso-bruna:-suspeito-ja-estava-morto-quando-justica-decretou-prisao
Caso Bruna: suspeito já estava morto quando Justiça decretou prisão
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

São Paulo — O homem suspeito de matar a estudante Bruna Oliveira da Silva, de 28 anos, na zona leste de São Paulo, já estava morto quando teve a prisão decretada através da Justiça e também quando sua fotografia foi divulgada através da polícia, conforme com informações recebidas através da família da vítima. A cronologia dos fatos reforça a hipótese de que ele foi morto em um suposto tribunal do crime.

O corpo de Esteliano José Madureira, de 43 anos, foi visto enrolado em uma lona, na Avenida Morumbi, na zona oeste da capital, na noite de quarta-feira (23/4). A identidade do cadáver foi confirmada através da polícia na manhã seguinte.

O decreto de prisão e a difusão da fotografia do suspeito ocorreram ainda na quarta. Mas, informações apontam que ele já estaria morto.

A mãe de Bruna, Simone, explicou ao Metrópoles que foi informada sobre o óbito do suspeito na terça-feira (22/4), mesmo dia em que Esteliano foi reconhecido como capaz autor do crime e um dia antes do corpo ser visto na Avenida Morumbi. A identidade do homem, no entanto, não havia sido divulgada ainda.

“Ao que tudo indica, [ele] foi julgado pelo tribunal do crime de uma comunidade”, revelou Simone à reportagem.

As investigações exibiram que, assim como a polícia, os cidadãos local também buscou formas de esclarecer o caso.

“Assim como nós descobrimos, de alguma forma, eles [populares], não sei se até pela divulgação da imprensa ou alguma coisa assim, eles também tiveram conhecimento de quem seria [o suspeito], e aí aconteceu esse desfecho”, explicou o delegado Rogério Thomaz, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em coletiva de imprensa nesta quinta.

Suposto tribunal do crime

A polícia trata a hipótese de um tribunal do crime como principal linha de investigação. De acordo com o delegado Thomaz, a forma como o corpo de Esteliano foi visto aponta para a hipótese. O corpo do suspeito foi desovado em uma avenida, enrolado em uma lona, com dez perfurações de objeto pérfuro-contuso através do corpo – sendo uma delas no ânus.

Ele estava a 30 km de distância de onde o corpo de Bruna foi visto, na Avenida Sport Club Corinthians Paulista, zona leste de São Paulo.

Para a polícia, isso aponta que o suspeito pode ter sido levado de Itaquera até uma comunidade, e então levado para o interior da favela de Paraisópolis, onde teria sido alvo de um tribunal. “Por isso, ele foi encontrado naquele local [Avenida Morumbi], já que é nas imediações de Paraisópolis”, explicou Thomaz.

Polícia rechaça “Estado paralelo”

Ao comentar os indícios de um suposto tribunal do crime, o delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) rechaçou a existência de um “Estado paralelo” e que os cidadãos faça “justiça com as próprias mãos”.

“Em que pese o ato absurdo que ele cometeu, é um novo crime, ele é vítima de um homicídio. Isso não vai ficar impune. A gente não pode tolerar a existência de um ‘Estado paralelo’ e de as pessoas fazerem justiça com as próprias mãos. Ele tem que ser julgado e condenado pela atitude que ele cometeu”, afirmou Thomaz.


Relembre o caso

  • Bruna estava desaparecida desde 13 de abril, depois de ser vista através da última vez no terminal de ônibus da estação de metrô Corinthians-Itaquera.
  • Ela foi identificada morta quatro dias depois, em 17 de abril, seminua e com indicadores de agressão, nos fundos de um estacionamento na Avenida Sport Club Corinthians Paulista, zona leste de São Paulo.
  • A estudante desapareceu no trajeto entre a estação e casa onde morava com os pais, a aproximadamente 20 minutos do terminal.
  • Ela voltava da casa do namorado, no Butantã, zona oeste.
  • No terminal da estação Itaquera, Bruna precisou carregar o celular em uma banca de jornal. Neste momento, chegou a enviar uma mensagem para o namorado pedindo dinheiro para voltar para casa por carro de App, porque já estava tarde.
  • Ele transferiu o valor, mas o celular da estudante teria descarregado e não foi mais capaz ter contato com ela.
  • Conforme Karina Amorim, amiga da vítima, a última vez que ela acessou o WhatsApp foi às 22h21 do domingo (13/4).
  • A família de Bruna entrou em contato com a plataforma de carros de App, que informou que a jovem não chegou a pedir uma corrida naquela noite.

Perseguição

Câmeras de segurança flagraram o momento em que o homem continua e aborda Bruna Oliveira da Silva em uma avenida, na zona leste da capital. Veja: 

 

Fonte: Metropóles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Notícias relacionadas

Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera

18 de Setembro, 2026

Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido

17 de Setembro, 2026

Imprensa regional como ponte: mobilização junta comunidade, mídia e Sabesp na Vila CorberI

16 de Setembro, 2026
Publicidade
Moscay
Últimas notícias

Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera

Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido

Imprensa regional como ponte: mobilização junta comunidade, mídia e Sabesp na Vila CorberI

Quando a IA vira interface de compra

2026. CIrcuito Itaquera - Sua central de notícias de Itaquera - Zona Leste de São Paulo.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.