Close Menu
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas
  • Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera
  • Videogames: Guia de Troféus e Platina de Marvel’s Wolverine: veja como conquistar 100% no PS5
  • Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou
  • Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido
  • PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil
Facebook
Circuito Itaquera
Topo Correio
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Circuito Itaquera
Brasil

Brasília, Rio e São Paulo lideram ranking de cidades mais famosas

26 de Março, 2025
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram o ranking de cidades com maior poder de influência nas gestões pública e empresarial, ou seja, essas cidades concentram o maior número de empresas e órgãos públicos capazes de tomar decisões que influenciam municípios espalhados através do país.

A constatação faz parte da pesquisa Gestão do Território 2024, divulgada quarta-feira agora (26) através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para estimar a capacidade de influência de gestão empresarial de cada cidade, os pesquisadores examinaram o número de sedes de empresas que os municípios possuem e quantas filiais em outros municípios estão ligadas a essas sedes.

Um exemplo citado é o do banco Bradesco, que tem sede em Osasco, na área metropolitana de São Paulo, e agências em praticamente todo o país. Conforme o IBGE, isso representa que decisões tomadas em Osasco influenciam diretamente outras tantas cidades.

Já para medir a influência na gestão política, o IBGE investigou a presença nos municípios de instituições públicas das esferas federal e estadual.

As instituições federais consideradas foram o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria da Receita Federal, Justiça (do Trabalho, Federal e Eleitoral) e o próprio IBGE. No âmbito estadual, foram consideradas as secretarias estaduais de Educação e Saúde.

O IBGE classificou os municípios que têm algum grau de influência como centros de gestão. Entraram nesta classificação 2.176 cidades, o que representa 39,1% dos 5.570 municípios brasileiros.

Gestão empresarial

O IBGE elaborou um ranking de intensidade das ligações empresariais por município. 

Para tal, o instituto, primeiro, levantou o número de sedes empresariais em uma cidade e inteirou esse total com o número de filiais que essas empresas possuem em ourtos municípios.

Então, o levantamento fez o caminho inverso: contabilizou todas as empresas nesta mesma cidade que são filiais de outras empresas e inteirou este número ao número de sedes dessas empresas que estão em outros municípios.

O resultado foi uma lista em que, entre as dez mais bem posicionadas, oito são capitais de unidades da federação.

  • São Paulo (SP) 
  • Rio de Janeiro (RJ) 
  • Brasília (DF) 
  • Belo Horizonte (MG) 
  • Curitiba (PR) 
  • Porto Alegre (RS) 
  • Fortaleza (CE) 
  • Campinas (SP) 
  • Barueri (SP) 
  • Recife (PE) 
  • Avenida Paulista, no centro de São Paulo, o município com maior influência empresarial do país. – Rovena Rosa/Agência Brasil

    Para o pesquisador Marcelo Paiva da Motta, da gerência de Redes e Fluxos Geográficos, a pesquisa identifica um padrão espacialmente concentrado nas maiores hierarquias urbanas, que são aquelas cidades que têm muito poder de atração, como São Paulo, Rio, Brasília e as capitais.

    “As redes empresariais tendem a seguir a distribuição de renda e de dinheiro no país como todo, que é concentrado no Sudeste, principalmente”, explica.

    As informações de empresas foram coletados do Cadastro Central de Empresas, levantamento feito através do próprio IBGE. As informações são referentes a 2020 e 2021. O instituto localizou 113.068 empresas sedes e 340.313 filiais.

    As 113 mil empresas “multilocalizadas”, como o IBGE as classifica, estavam presentes em 99,9% das cidades brasileiros, mas eram somente 2,18% do total de 5,196 milhões de empresas existentes no país.

    Ao examinar as atividades econômicas das companhias multilocalizadas, é provável observar que os principais ramos de atuação são transporte rodoviário de carga, com 6.191 empresas (5,5% das multilocalizadas) e comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, somando 5.439 empresas (4,8%).

    Salários

    Outra forma vista através do IBGE para avaliar a ligação entre os municípios é o total de assalariados que as empresas sedes têm em filiais instaladas em outras cidades. Outra vez, São Paulo lidera a comparação. As empresas com sede na capital paulista têm mais de 1,8 milhão de empregados em filiais fora da cidade.

    Cidades que sediam empresas que mais geram empregos em outros municipios:

  • São Paulo (SP): 1.855.722 empregos
  • Rio de Janeiro (RJ): 486.696 
  • Brasília (DF): 315.047 
  • Belo Horizonte (MG): 261.371 
  • Barueri (SP): 197.356 
  • Fortaleza (CE): 118.860 
  • Porto Alegre (RS): 117.568 
  • Osasco (SP): 108.856 
  • Itajaí (SC): 103.241 
  • Curitiba (PR): 99.072 
  • Chama atenção que, ante a versão anterior da pesquisa, em 2012, São Paulo cresceu em 17,4% o número de assalariados em outras cidades. Por outro lado, Rio de Janeiro (-18,2%) e Brasília (-21,2%) diminuíram a quantidade de empregos em filiais em outras cidades.

    As empresas sediadas em Itajaí, no litoral norte catarinense, viram crescer em 79,8% o número de empregados contratados por filiais fora da cidade. A força econômica de Itajaí no cenário econômico nacional é explicada através do setor industrial e através do polo naval/portuário. O município abriga o Porto de Itajaí.

    Conforme a pesquisadora Evelyn Andrea Arruda Pereira, o ranking representa uma questão de poderio empresarial.

    “Você controla não só os empregados que estão no seu próprio município, mas também os que estão fora”.

    Gestão Pública

    Ao apontar os principais centros de gestão pública, o estudo aponta Brasília no alto no ranking, posição alcançada por ser capital federal e sede nacional da maior parte das instituições públicas.

    “Ocupa, isoladamente, o maior nível hierárquico e centraliza o papel de gestor da estrutura administrativa estatal”, registra o instituto sobre Brasília.

    Em um segundo nível de hierarquia, o levantamento posiciona junto Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (PE). O IBGE destaca que o Rio tem “herança do período em que foi capital federal”. O município perdeu o status em 1960, mas ainda sedia instituições como o IBGE.

    O levantamento cria três grupos de hierarquia de centralidade de gestão pública:

  • Brasília (DF)
  • Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (RE)
  • Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Belém (PA) e Florianópolis (SC)
  • Edifício sede da Caixa Econômica Federal fica em Brasília – Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Gestão de território

    Os pesquisadores criaram ainda um ranking de gestão de território, que ordena os municípios em relação à gestão pública e presença de empresa multilocalizada, seja ela sede ou filial.

    Os municípios mais proeminentes ficaram agrupadas em dois patamares:

  • São Paulo (SP), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ)
  •  Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Goiânia (GO), Campinas (SP) e Belém (PA)
  • “Essa classificação é coerente com o fato de São Paulo ser a principal centralidade da gestão empresarial; Brasília representar a principal centralidade da gestão pública; e Rio de Janeiro figurar, em segundo lugar, tanto na gestão empresarial como na gestão pública”, justifica o IBGE.

    Os pesquisadores reconheceram “reforço mútuo” na atuação dos agentes públicos e empresariais. Conforme os técnicos, o fato de Brasília abrigar importantes sedes de instituições públicas, assim como instâncias inferiores, faz com que uma “constelação de empresas” também seja atraída para esse centro urbano, “uma vez que instituições públicas demandam bens e serviços ofertados pelo mercado”.

    Em outra via, continua o instituto, “centros urbanos com presença significativa de empresas implica concentração de renda, fluxos financeiros e população, os quais necessitam da atuação do Estado como provedor de serviços públicos”.

    FONTE/CRÉDITOS: Bruno de Freitas Moura – repórter da Agência Brasil

    Fonte: São Paulo de Fato

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    Notícias relacionadas

    Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou

    18 de Setembro, 2026

    PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

    17 de Setembro, 2026

    Lotofácil da Independência: 72 apostas faturam R$ 4,4 milhões cada

    16 de Setembro, 2026
    Publicidade
    Moscay
    Últimas notícias

    Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera

    Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido

    Imprensa regional como ponte: mobilização junta comunidade, mídia e Sabesp na Vila CorberI

    Quando a IA vira interface de compra

    2026. CIrcuito Itaquera - Sua central de notícias de Itaquera - Zona Leste de São Paulo.
    • Termos de uso
    • Política Privacidade
    • Contatos

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.