Close Menu
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas
  • Naná e Victória caem, mas Luisa Stefani vai às semifinais do SP Open
  • Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera
  • Videogames: Guia de Troféus e Platina de Marvel’s Wolverine: veja como conquistar 100% no PS5
  • Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou
  • Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido
Facebook
Circuito Itaquera
Topo Correio
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Circuito Itaquera
Brasil

Defensoria Pública critica final de cotas raciais em Santa Catarina

16 de Dezembro, 2025
defensoria-publica-critica-fim-de-cotas-raciais-em-santa-catarina
Defensoria Pública critica fim de cotas raciais em Santa Catarina
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email
Espaço para a comunicação de erros nesta publicação

A Defensoria Pública da União (DPU) criticou publicamente a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) por ter aprovado, na semana passada, o projeto de lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais. 

Em comunicado, a DPU falou ver com “preocupação e repúdio” à aprovação do Projeto de Lei nº 753/2025, de autoria do deputado Alex Brasil (PL). 

A lei veda a adoção de cotas e de políticas afirmativas tanto por instituições públicas estaduais de ensino superior, como para instituições que recebam recursos do governo catarinense.

Conforme a defensoria, a medida representa “um grave retrocesso social”, além de ser inconstitucional por afrontar “princípios fundamentais da Constituição Federal, em especial o da igualdade material”, colocando em risco avanços históricos no reconhecimento de direitos de populações negras, indígenas e quilombolas.

Projeto

A lei impõe multa de R$ 100 mil para editais que não respeitarem a vedação e a abertura de procedimento administrativo disciplinar contra agentes públicos por ofensa ao princípio da legalidade.

Na justificativa da matéria aprovada, o deputado Alex Brasil afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.

Na avaliação da DPU, “a tentativa de extinguir cotas no estado evidencia os discursos racistas e excludentes, associados à resistência à ascensão social e à maior presença de grupos historicamente marginalizados em espaços acadêmicos e institucionais”.

FONTE/CRÉDITOS: Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Fonte: São Paulo de Fato

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Notícias relacionadas

Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou

18 de Setembro, 2026

PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

17 de Setembro, 2026

Lotofácil da Independência: 72 apostas faturam R$ 4,4 milhões cada

16 de Setembro, 2026
Publicidade
Moscay
Últimas notícias

Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera

Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido

Imprensa regional como ponte: mobilização junta comunidade, mídia e Sabesp na Vila CorberI

Quando a IA vira interface de compra

2026. CIrcuito Itaquera - Sua central de notícias de Itaquera - Zona Leste de São Paulo.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.