Close Menu
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas
  • Naná e Victória caem, mas Luisa Stefani vai às semifinais do SP Open
  • Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera
  • Videogames: Guia de Troféus e Platina de Marvel’s Wolverine: veja como conquistar 100% no PS5
  • Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou
  • Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido
Facebook
Circuito Itaquera
Topo Correio
  • Home
  • Itaquera
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Fale conosco
Circuito Itaquera
Brasil

CPMI do INSS: presidente dá bronca prévia em jornalistas; entenda

27 de Agosto, 2025
cpmi-do-inss:-presidente-da-bronca-previa-em-jornalistas;-entenda
CPMI do INSS: presidente dá bronca prévia em jornalistas; entenda
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), impôs um tipo de “censura prévia” ao dar uma bronca nos jornalistas que cobrem a reunião de abertura dos trabalhos.

Viana ameaçou suspender a credencial dos profissionais que vazarem informações sigilosas que circularem na comissão, como telefones celulares, e, principalmente, documentos que, segundo ele, estão preservados por sigilo de lei.

“Quero fazer um alerta aos senhores jornalistas que cobrem a CPMI de que toda e qualquer informação particular dos parlamentares, seja telefone celular, seja em computador, seja em relatórios, está preservada por sigilo de lei. Os veículos de comunicação, que nós já tivemos essa experiência, que publicarem informações particulares em computadores, ou relatórios fotografados nesta Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, terão a sua credencial suspensa”, falou o senador.

“Peço a colaboração dos senhores no respeito a este princípio e à liberdade dos senhores parlamentares de trabalhar nesta comissão”, concluiu.

Restrições à imprensa

Caso semelhante ocorre na CPMI dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando o presidente, deputado federal Arthur Maia (União-BA), editou ato com várias restrições ao trabalho dos profissionais de imprensa.

O ato proibiu jornalistas credenciados de interferirem nos trabalhos da CPMI, fazer a captura de imagens de conteúdo privado de integrantes da comissão sem autorização; e divulgar informações privadas ou confidenciais da CPMI sem autorização. Essas “regras” foram repetidas na CPMI do INSS através do senador Carlos Viana.

O deputado Arthur Maia ainda determinou que qualquer violação das novas regras sujeita o profissional a sanções, além de responsabilização civil e penal.

“Embora o direito à liberdade de expressão e seu corolário–consubstanciado na liberdade de imprensa – consistam em pilares do Estado Democrático de Direito, não há direito absoluto no ordenamento jurídico pátrio, de maneira que tal previsão deve ser sopesada com os direitos próprios da personalidade, como o direito à intimidade e proteção da vida privada”, argumentou o deputado no ato.

10 imagensFechar modal.1 de 10

Deputado Alfredo Gaspar na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES2 de 10

Deputados Alfredo Gaspar e Bruno Farias na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES3 de 10

Senador Carlos Viana na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES4 de 10

Senador Carlos Viana na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES5 de 10

Parlamentares na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES6 de 10

Deputado Duarte JR. e senador Carlos Viana na abertura da CPMI no INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES7 de 10

Deputado Duarte Jr. na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES8 de 10

9 de 10

Senador Carlos Viana na abertura da CPMI do INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES10 de 10

Deputado Duarte JR. e senador Carlos Viana na abertura da CPMI no INSS

BRENO ESAKI/METRÓPOLES

Censura

À época, o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgaram nota em que classificam como censura à imprensa as restrições impostas através do presidente da CPMI.

“Não cabe a uma autoridade do colegiado definir qual jornalista ou fotógrafo pode ou não cobrir uma sessão de uma comissão do Congresso Nacional, ou o que pode o não reportar à sociedade, por isso apelamos para que as decisões sejam revistas. Os profissionais de imprensa não podem ficar à mercê da discricionariedade do presidente da CPMI ou de qualquer outra autoridade de colegiado do Legislativo, sob pena de se fazer avançar o cerceamento ao trabalho dos jornalistas dentro do Congresso Nacional”, falou a nota.

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Notícias relacionadas

Quaest/Pax: 8 em cada 10 brasileiros dizem que violência aumentou

18 de Setembro, 2026

PF faz ação para combater entrada clandestina de eletrônicos no Brasil

17 de Setembro, 2026

Lotofácil da Independência: 72 apostas faturam R$ 4,4 milhões cada

16 de Setembro, 2026
Publicidade
Moscay
Últimas notícias

Rafael Limonta promove diálogo e direção com ambulantes de Itaquera

Subprefeitura é acionada e bueiro é desentupido

Imprensa regional como ponte: mobilização junta comunidade, mídia e Sabesp na Vila CorberI

Quando a IA vira interface de compra

2026. CIrcuito Itaquera - Sua central de notícias de Itaquera - Zona Leste de São Paulo.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.