Riselda Morais – São Paulo – Famílias que têm pessoas desaparecidas, independente de quanto tempo faz do desaparecimento, podem coletar DNA para melhorar a reconhecimento e a localização do ente querido desaparecido.
A Coleta de DNA faz parte de uma Mobilização Nacional e permite que familiares de pessoas desaparecidas façam a coleta em qualquer um dos 342 postos de reconhecimento em todo o Brasil, independente do lugar onde a pessoa desapareceu, se foi no Brasil ou em outro país.
No município de São Paulo a coleta pode ser feita no EPML Centro sito a Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 600 – Cerqueira César, São Paulo.
O procedimento é fácil e sem custo. Deve ser feito por familiares de primeiro grau: Pai e mãe biológicos; filha ou filho biológicos (mesmo que ainda sejam crianças); irmã ou irmão biológicos (filhos de mesma mãe e mesmo pai). A coleta de DNA é realizada através de um cotonete que o perito passa na parte interna da bochecha do familiar.
O material coletado possibilita a comparação com perfis genéticos de pessoas achadas vivas ou falecidas, cujas identidades são desconhecidas. Os perfis genéticos dos familiares são cruzados com os bancos de DNA estaduais e nacional ampliando as possibilidades de reconhecimento e localização das pessoas desaparecidas. Para fazer a coleta de DNA, o familiar deve dirigir-se a um posto de coleta com EPML-
Equipe de Perícia Médico-Legal, órgão técnico vinculado à Polícia Científica com documento de reconhecimento e informações do B.O. do desaparecimento (número, estado de registro e delegacia).
Trazer uma cópia do B.O. é recomendável, mas não obrigatório.
Famílias de pessoas desaparecidas podem fazer coleta gratuita de DNA em todo o Brasil
Fonte: Jornaldomomento

